segunda-feira, 22 de junho de 2015

setor de saúde Lei 9656 de 1998





Estrutura do setor
¹
A Lei 9.656/1998 define operadora de plano de assistência à saúde como
sendo a pessoa jurídica constituída sob a modalidade de sociedade civil ou
comercial, cooperativa, ou entidade de autogestão, que opere produto, serviço
ou contrato de prestação continuada de serviços ou cobertura de custos
assistenciais a preço pré ou pós estabelecido, por prazo indeterminado, com a
finalidade de garantir, sem limite financeiro, a assistência à saúde, pela
faculdade de acesso e atendimento por profissionais ou serviços de saúde,
livremente escolhidos, integrantes ou não de rede credenciada, contratada ou
referenciada, visando a assistência médica, hospitalar e odontológica, a ser
paga integral ou parcialmente às expensas da operadora contratada, mediante
reembolso ou pagamento direto ao prestador, por conta e ordem do
consumidor.
Em 2000, a ANS através da Resolução de Diretoria Colegiada (RDC) nº 39,
classificou as operadoras nas seguintes modalidades:
cooperativa médica - sociedade de pessoas sem fins lucrativos,
constituídas conforme o disposto na Lei 5.764/1971 (lei geral do
cooperativismo), que operam planos privados de assistência à saúde;
cooperativa odontológica - sociedade de pessoas sem fins lucrativos,
constituídas conforme o disposto na Lei 5.764/1971 (lei geral do
cooperativismo), que operam exclusivamente planos odontológicos;
autogestão – entidades que operam serviços de assistência à saúde ou
empresas que, por intermédio de seu departamento de recursos humanos,
responsabilizam-se pelo plano privado de assistência à saúde de seus
empregados ativos, aposentados, pensionistas e ex-empregados e
respectivos grupos familiares, ou ainda a participantes e dependentes de
associações de pessoas físicas ou jurídicas, fundações, sindicatos,
entidades de classes profissionais ou assemelhados;
filantropia - entidades sem fins lucrativos que operam planos privados de
assistência à saúde e tenham obtido certificado de entidade filantrópica
junto ao Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS) e declaração de
utilidade pública federal, estadual ou municipal junto aos órgãos
competentes;
medicina de grupo - empresas ou entidades que operam planos privados
de assistência à saúde, excetuando aquelas classificadas nas modalidades
anteriores; e
odontologia de grupo: empresas ou entidades que operam
exclusivamente planos odontológicos, excetuando-se aquelas classificadas
nas modalidades anteriores.
Posteriormente, em 2001, a Lei 10.185 exigiu que as seguradoras que já
atuavam no segmento do seguro saúde se transformassem em seguradoras
especializadas, equiparando-as às operadoras ficandosubordinadas a uma
nova estrutura de regulação e fiscalização vinculada ao Ministério da Saúde,
juntamente com as outras modalidades de operadoras de planos de saúde
privados, a saber:
seguradora especializada em saúde - sociedades seguradoras autorizadas
a operar
seguro saúde, devendo seu estatuto vedar a atuação em
quaisquer outros ramos de seguro; e
administradora de benefícios
-
pessoa jurídica que propõe a contratação de
plano coletivo na condição de estipulante ou que presta serviços para
pessoas jurídicas contratantes de planos privados de assistência à saúde
coletivos, desenvolvendo ao menos uma das seguintes atividades:
promover a reunião de pessoas jurídicas contratantes;
contratar plano privado de assistência à saúde coletivo, na condição
de estipulante, a ser disponibilizado para as pessoas jurídicas
legitimadas para contratar;
oferecimento de planos para associados das pessoas jurídicas
contratantes; e
apoio técnico na discussão de aspectos operacionais,
A Resolução
Normativa (RN) da ANS nº196/2009 definiu e disciplinou a atuação
das administradoras de benefícios.
Conselho Nacional de Saúde Suplementar (Consu)
Criado pela Lei 9.656/1998, e posteriormente alterado pelo Decreto nº 4.044,
de 6 de dezembro de 2001, o Consu é um órgão colegiado integrante da
estrutura regimental do Ministério da Saúde, sendo composto pelo Ministro da
Justiça - que o preside - pelo Ministro da Saúde, pelo Ministro da Fazenda e
Ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, além do Presidente da ANS,
que atua como Secretário das reuniões. O Consu tem competência para
desempenhar as seguintes atividades:
estabelecer e supervisionar a execução de políticas e diretrizes gerais
do setor de saúde suplementar;
aprovar o contrato de gestão da ANS;
supervisionar e acompanhar as ações e o funcionamento da ANS;
fixar diretrizes gerais para a constituição, organização, funcionamento e
fiscalização das empresas operadoras de produtos de que tratar a Lei
9.656/1998; e
deliberar sobre a criação de câmaras técnicas, de caráter consultivo, de
forma a subsidiar as decisões.;
Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS)
Criada pela Lei 9.961, de 28 de janeiro de 2000, a ANS é autarquia sob regime
especial, vinculada ao Ministério da Saúde. Sua missão é promover a defesa
do interesse público na assistência suplementar à saúde, regulando as
operadoras setoriais, inclusive quanto às suas relações com prestadores e
consumidores, contribuindo, assim, para o desenvolvimento das ações de
saúde no país. Entre suas competências, destacam-se:
propor políticas e diretrizes gerais ao Conselho Nacional de Saúde
Suplementar - Consu para a regulação do setor de saúde suplementar;
estabelecer parâmetros e indicadores de qualidade e de cobertura em
assistência à saúde para os serviços próprios e de terceiros oferecidos
pelas operadoras;
estabelecer normas para ressarcimento ao Sistema Único de Saúde;
normatizar os conceitos de doença e lesão preexistentes;
definir, para fins de aplicação da Lei 9.656, de 1998, a segmentação das
operadoras e administradoras de planos privados de assistência à saúde,
observando as suas peculiaridades;
decidir sobre o estabelecimento de subsegmentações aos tipos de planos
definidos nos incisos I a IV do art. 12 da Lei 9.656, de 1998;
autorizar reajustes e revisões das contraprestações pecuniárias dos planos
privados de assistência à saúde, de acordo com parâmetros e diretrizes
gerais fixados conjuntamente pelos Ministérios da Fazenda e da Saúde;
expedir normas e padrões para o envio de informações de natureza
econômico-financeira pelas operadoras, com vistas à homologação de
reajustes e revisões;
fiscalizar as atividades das operadoras de planos privados de assistência à
saúde e zelar pelo cumprimento das normas atinentes ao seu
funcionamento; e articular-se com os órgãos de defesa do consumidor
visando a eficácia da proteção e defesa do consumidor de serviços privados
de assistência à saúde, observado o disposto na Lei 8.078, de 11 de
setembro de 1990.
Câmara de Saúde Suplementar
Câmara de caráter consultivo da estrutura da ANS conforme a Lei 9.961/2000,
tem como principal objetivo promover a discussão de temas relevantes para o
setor de saúde suplementar no Brasil, além de dar subsídios às decisões da
ANS. A Câmara de Saúde Suplementar é integrada pelos seguintes membros:
diretor-presidente da ANS, ou seu substituto, na qualidade de presidente;
um diretor da ANS, na qualidade de secretário;
um representante dos ministérios da Fazenda, da Previdência e Assistência
social, do Trabalho e Emprego, da Justiça e da Saúde;
um representante de cada órgão e entidade a seguir indicado:
Conselho Nacional de Saúde
Conselho Nacional dos Secretários Estaduais de Saúde
Conselho Nacional dos Secretários Municipais de Saúde
Conselho Federal de Medicina
Conselho Federal de Odontologia
Conselho Federal de Enfermagem
Federação Brasileira de Hospitais.
Confederação Nacional de Saúde, Hospitais, Estabelecimentos e Serviços
Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades
Filantrópicas
Confederação Nacional da Indústria
Confederação Nacional do Comércio
Central Única dos Trabalhadores
Força Sindical
Social Democracia Sindical
um representante de cada entidade a seguir indicada:
defesa do consumidor
associações de consumidores de planos privados de assistência à saúde
segmento de autogestão de assistência à saúde
empresas de medicina de grupo
cooperativas de serviços médicos que atuam na saúde suplementar
empresas de odontologia de grupo
cooperativas de serviços odontológicos que atuem na área de saúde suplementar
entidades de portadores de deficiência e de patologias especiais
Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e de Capitalização
(Fenaseg)
Seguradoras
e
specializadas em
s
aúde
Com a aprovação da Lei 9.656/1998, que regulamentou o setor de saúde
suplementar no Brasil e criou o Consu, e da Lei 9.961/2000, que criou a ANS,
tornou-se necessário equiparar as operações de seguro saúde aos planos
privados de assistência à saúde, de forma a adaptar tais operações aos
requisitos legais.
A Lei 10.185, de 12 de fevereiro de 2001, enquadrou o seguro saúde como
plano privado de assistência à saúde, e a sociedade seguradora especializada
em saúde como operadoras de plano de assistência à saúde, para efeito da Lei
9.656, de 1998.
Às sociedades seguradoras, que em 2001 já operavam o seguro saúde, foi
determinado que providenciassem a especialização até 1º de julho de 2001,
quando passaram a ser disciplinadas pelo Consu e pela ANS.
Com o advento da RDC nº 65/01, a ANS regulamentou esse segmento,
aplicando-se, no que coube, às sociedades seguradoras especializadas em
saúde, o disposto nas normas da Superintendência de Seguros Privados
(Susep) e do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP), publicadas até
21 de dezembro de 2000, cujas matérias não tenham sido disciplinadas pela
ANS e pelo Consu.
¹
Transcrito do site da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS)

terça-feira, 16 de junho de 2015


16/06/2015  - dia em que eu soube que não sou nem  mesmo desejada
 
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Ilustração: Lumi Mae
Ilustração: Lumi Mae

Comentando a Pergunta da Semana

A maioria das pessoas que responderam à enquete diz já ter sido trocado (a) por outro (a) numa relação amorosa.
Geralmente, a separação inicia seu processo lentamente, na maior parte das vezes de forma inconsciente. A relação vai se desgastando e a vida cotidiana do casal deixa de proporcionar prazer. Não são raras as tentativas de desmentir o que se está sentindo, principalmente, pelas expectativas de realização afetiva depositadas na relação.
Entretanto, quando o parceiro prefere outra pessoa para viver ao seu lado, quem é excluído se sente profundamente desvalorizado, com a autoestima bastante comprometida. Acredita que falhou em alguma coisa e que sua falta de atrativos foi a grande responsável.
Essa situação não é nada fácil. Quando alguém é trocado por outro numa relação amorosa, o sofrimento é intenso e é difícil elaborar essa perda. A falta da pessoa amada provoca uma sensação de vazio e desamparo.
Quem vive uma situação de abandono diz se sentir completamente só com seu desespero. Afirma não haver palavras que amenizem a dor, porque o desespero da perda faz com que a pessoa se feche em si mesmo e é difícil que alguém possa lhe ajudar. Todo discurso racional, de conforto e de consolo, é ineficaz.
Afinal, fomos ensinados a acreditar que apenas o parceiro amoroso é capaz de nos garantir não estar só, de ser amado e de ser uma pessoa importante, aumentando nossa autoestima.
A seguir, alguns depoimentos que colhi de pessoas que viveram essa situação:
“Foi horrível. Primeiro, ela disse que queria um tempo pra pensar e duas horas depois, numa festa, já estava com outro. Eu me senti tão inútil …”
“Fui trocada várias vezes. Meu ex foi trabalhar em outro país e vinha de férias a cada dois meses. Após um ano nessa situação ele se casou por lá mesmo… não voltou. Meu atual caso, nesses três anos que estamos juntos, sempre tem uma namoradinha, coisa que dura uns dois meses no máximo e ele termina voltando. Ou seja, já virou uma doença … sou trocada de tempo em tempo.”
“Perdi minha esposa para um moleque. Descobri que tinha ficado velho e ranzinza aos 35 anos. Recuperei minha autoestima, voltei a ser aquele “safado e bom fdp''. Após virar amante de minha ex, “roubei-a'' de volta.”
“Foi terrível. Descobri, pelo celular, que meu marido me traía. Disquei e uma voz feminina atendeu: “Fala Amor!” Caí do cavalo… Mandei ele embora, mas ele nunca foi; ainda está comigo. Não me sinto vitoriosa… Não esqueço da frase dela ao atender o telefone”.
“Fui trocado por um amigo distante. Fui viajar e a minha namorada encontrou esse meu amigo. Começaram a conversar e quando se deram conta já estavam transando. Como eu soube? Certo dia encontrei esse meu amigo e trocamos telefone. Numa bela noite ele me liga e me diz que havia transado com uma pessoa. Curioso, comecei a interrogá-lo e as peças foram se encaixando. Até que percebi que a pessoa com quem ele havia transado era a minha namorada. Fiquei muito chateado e decepcionado; passei a não acreditar nas pessoas. Abalado e deprimido, chorei muito. Afinal, aquela foi a pessoa por quem dediquei a maior parte da minha vida.”
Em muitos casos, imagina-se que a pessoa escolhida é muito mais interessante, mais bonita, mais inteligente e melhor na cama. Tentando se sentir um pouco melhor, há quem tente desvalorizar o rival com comentários depreciativos, com se adiantasse alguma coisa: “ Você viu como ela tem a canela fina?” ou “O cara é um idiota que não sabe nem falar direito.”
Mas nada disso adianta. É comum numa situação de rejeição serem reeditadas inconscientemente todas as rejeições sofridas desde a infância, exacerbando a dor do momento. Sem que se perceba, se chora naquela perda todas as outras anteriores.
Se a pessoa não depende tanto de apreciações externas para alimentar sua autoestima, pode ficar triste, sofre pela perda, mas sabe que vai continuar vivendo bem e experimentar novas relações amorosas.
Os homens suportam menos do que as mulheres a dor de se saber trocado por outro. Não ter conseguido segurar a própria mulher se reveste da dramática ideia de que não foi “macho” o suficiente, principalmente na cama. Muitos homens, desesperados, partem para agressões físicas ou entram em depressão.
Contudo, ser trocado por outro não significa que se é inferior. Em muitos casos, a troca ocorre porque a pessoa objeto da nova paixão possui algum aspecto que satisfaz inconscientemente uma exigência momentânea do outro, sem haver uma vinculação necessária com o parceiro rejeitado.

sexta-feira, 12 de junho de 2015

de 11 junho 2015

Madálena,
desculpe ter desligado, assim, abruptamente. Uma das coisas que prometi a mim mesma é deixar Arturo feliz. Minhas perturbações internas, se me considero sucesso ou fracasso na vida, são problemas meus. Ele não tem nada com isso.  Pois então, os dois maiores problemas dele, de saúde e grana, estão equacionados. O afetivo também; ele conta comigo, para tudo. E fica por aí fazendo o que gosta, com as companhias femininas que mais o divertem, acho que é o tempo mais feliz da vida dele.
O que me deixa realizada.  Não existe essa coisa de alguém tomar conta de mim, isso apenas Deus e olhe lá, que ele dá as condições, o que já é muito, e eu que me vire. Sou grata por isso, verdadeiramente grata. Quem sabe eu me torne adulta, ou próximo disso, antes de morrer.
Aos poucos, devagarzinho,  vou percebendo o sabor de dar, não naquele sentido vulgar, mas no sentido de dar um pouquinho de mim para outra pessoa, homem ou mulher, que faça essa pessoa mais acomodada, mais bem com a vida. Não é fácil dar nesse sentido, mas pelo menos já me dei conta que ele existe.
Quem sabe esse modificar interior é que me fez mudar o modo de comer, perder um monte de banha, trabalhar um pouco melhor e pensar mais nos outros.
Demorei, mas vislumbrei para onde ir.
bjs

Thereza W <therezaw@gmail.com>

14:06 (Há 22 horas)


para Madalena, Cco:mim
Conversa aberta. Uma mensagem lida.
Thereza
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ENC: A vida começa...

pupaulo
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Pupa

8 de jun (Há 4 dias)


da Pupa

 em junho/2015


Texto muito interessante e, por essa razão, estou compartilhando.
A VIDA COMEÇA QUANDO SE PERCEBE QUE ELA NÃO DURARÁ MUITO
Para quem tem mais de 60 anos ou está chegando lá. 
Pelo Professor Gabriel Campos de Oliveira
1 - Tome posse da maturidade. A longevidade é uma bênção! Comemore! Ser maduro é um privilégio; é a última etapa da sua vida e se você acha que não soube viver as outras, não perca tempo, viva muito bem esta. Não fique falando toda hora: "estou velho". Velho é coisa enguiçada. "Idade não é pretexto para ninguém ficar velho".
2 - Perdoe a você antes de perdoar os outros. Se você falhou, pediu perdão? Deus já o perdoou e não se lembra mais. Não fique remoendo o passado... Não se importe com o julgamento dos outros.
3 - Viva com inteligência todo o seu tempo. Viva a sua vida, não a do seu marido, da sua esposa, dos filhos, dos netos, dos parentes, dos vizinhos, dos amigos... Nem viva só pra eles, viva pra você também. Isto se chama amor próprio, aquilo que você sacrificou sempre! Nunca viva em função dos outros. Faça o seu projeto de vida!
4 – Coma e beba com moderação; durma o suficiente. Tenha disciplina. Fale com muita sabedoria. Discipline sua voz: nem metálica; nem baixinha; seja agradável!

5 - Poupe seus familiares e amigos das memórias do passado. Valorize só o que foi bom. Experiências caóticas, traumas, fobias, neuroses, devem ser tratadas com o psicoterapeuta.
6 - Não aborreça ninguém com o relatório das suas viagens. Elas são interessantes só pra quem viaja. Ninguém aguenta ouvir os relatórios e ver fotografias horas e horas. Comente apenas o destino e a duração da viagem, se alguém perguntar.
7 - Escolha bons médicos. Não se automedique. Não há nada mais irritante do que um idoso metido a receitar remédio pra tudo o que o outro sente. Faça uma faxina na sua farmácia doméstica.
8 - Não arrisque cirurgias plásticas rejuvenescedoras. Elas têm prazo curto de duração. A chance de você ficar mais feio é altíssima e a de ficar mais jovem é fugaz. Faça exercícios faciais. Socorra os músculos da sua face. Tome no mínimo 8 copos de água por dia e 15 minutos de banho de sol é indispensável.
9 - Use seu dinheiro com critério. Gaste em coisas importantes e evite economizar tanto com você.
Tudo o que se economizar com você será para quem? No dia em que você morrer, vai ser uma feira de Caruaru na sua casa. Vão carregar tudo. Não darão valor a nada daquilo que você valorizou tanto: enfeites, penduricalhos, livros antigos, roupas usadas, bijuterias cafonas, ouro velho... prataria preta, troféus encardidos, placas de homenagens. Por que não doar as roupas, abrir um brechó ou dar todas as suas bugigangas?
10 - A maturidade não lhe dá o direito de ser mal-educado. Nada de encher o prato na casa dos outros ou no self-service, ou numa festa de casamento. Falar de boca cheia é insuportável.
11 - Só masque chiclete sem testemunhas. Não corra o risco de acharem que você já está ruminando ou falando sozinho (a).
12 - Aposentadoria não significa ociosidade. Você deve arranjar alguma ocupação interessante e que lhe dê prazer. Serve qualquer coisa: ganhando dinheiro ou gastando (se tiver).
13 - Cuidado com a nostalgia e o otimismo. Pessoas amargas e tristes são chatíssimas, as alegres demais, também. Elogie os amigos, não fique exigindo explicações de tudo. Amigo é amigo.
14 - Leia. Ainda há tempo para gostar de aprender. A maturidade pode lhe trazer sabedoria. Coloque-se no grupo sempre pronto para aprender. Não se apresente em lugar nenhum dizendo: sou muito experiente!
15 - Não acredite nas pessoas que dizem que não têm nada demais o idoso usar roupas de jovens, cuidado. Vista-se bem, mas com discrição.
16 - Seja avô/avó dos seus netos, não o pai, a mãe ou a babá. Por isso, nem pense em educá-los ou comprometer todo o seu tempo com as tarefas chatas de ir buscar na escola, levar a festinhas, natação, inglês, vôlei... Só nas emergências. Cuidado com aquela disponibilidade que torna os outros irresponsáveis.
17 - Se alguém perguntar como vão seus netos, não precisa contar tuuuuuuuudo! Evite discorrer sobre a beleza rara e a inteligência excepcional deles. Cuidado com a idolatria de neto e o abandono dos filhos casados.
18 - Não seja uma sogra ou sogro chato. Nunca peça relatório de nada. Seu filho tem a família dele. Você agora é parente! Nunca, nunca, nunca mesmo, visite seus filhos sem que seja convidado. Se o filho ligar pra você, não diga: ah! lembrou finalmente da sua mãe? É melhor dizer: Deus o abençoe meu filho.
19 - Cuidado em atender ao telefone: se a pessoa perguntar como você vai e você responder "estou levando a vida como Deus quer", "a vida é dura", "estou vencendo a dureza", você vai ver que as ligações dos amigos e dos parentes vão rarear, cada vez mais.
20 - A maturidade é o auge da vida, porque você tem idade, juízo, experiência, tempo e capacidade para se relacionar melhor com as pessoas. Então delete do seu computador mental o vírus da inveja, do orgulho, da vaidade, promiscuidades, cobranças, coisas pequenas e frustrantes para tomar posse de tudo o que você sempre sonhou: a felicidade...


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quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

LIMPEZA DE CASA - outras opções

Uma solução mais natural e ecológica é usar os produtos e alimentos que normalmente temos em casa. Os mais comuns são vinagre branco, capaz de matar germes, tirar mancha e dissolver gorduras, além de ajudar na neutralização de odores, bicarbonato de sódio, que elimina bactérias e manchas de roupas e panelas, e o limão, grande aliado na remoção de sujeiras difíceis de sair.
Veja algumas receitas do tempo da vovó para a limpeza doméstica:

Limpar a geladeira

De tempos em tempos, é necessário fazer uma higienização completa da geladeira. Misture bicarbonato de sódio, água e um pouco de sabão e esfregue com um pano seco.

Alimento grudado na panela

Para remover os restos de comida que queimaram e grudaram no fundo da panela, misture bicarbonato de sódio na água quente, despeje e espere alguns minutos. Depois, passe a esponja com detergente para remover a sujeira.

Clarear panelas

Muitas vezes os fundos das panelas ou bocas do fogão ficam escuros por conta do contato direto com o fogo. Para clareá-los, ferva rodelas de limão na água e aplique nos utensílios.

Limpar o forno

Misture bicarbonato de sódio, sal, água quente e vinagre e limpe com uma esponja. Para remover o líquido, use um pano de prato. Outra solução é misturar um copo de água quente com um copo de bicarbonato de sódio e um copo de sal. Aplique a mistura em todo o forno. Aqueça a 240º C por 50 minutos, mantendo a porta fechada. Espere esfriar e remova toda a sujeira com um pano.

Casa perfumada

Para eliminar cheiro de fritura ou simplesmente deixar o ambiente cheiroso, prepare um chá de cravo e canela. Outra maneira é encher um prato até a metade com bicarbonato de sódio e espremer o suco de um limão por cima. Deixe destampado.
Além de deixar a casa cheirosa, o chá de cravo e canela é uma ótima pedida para o lanche da tarde. Crédito: Shutterstock Além de deixar a casa cheirosa, o chá de cravo e canela é uma ótima pedida para o lanche da tarde. Crédito: Shutterstock

Limpar vidros e janelas

Dilua três colheres de vinagre em 11 litros de água quente. Seque com jornal para dar brilho.

Lustrar móveis

Misture um copo de azeite ou óleo vegetal com ½ copo de suco de limão. Aplique com uma flanela sobre toda a superfície. Vire o pano do lado seco e lustre.

Limpar prata

Misture água morna com uma colher (chá) de bicarbonato de sódio e uma colher (chá) de sal. Mergulhe o acessório no líquido e lustre com um pano.

Limpar ouro

Misture uma xícara de água com sementes de tomate. Mergulhe o acessório no líquido e deixe de molho por 15 minutos. Enxágue e esfregue com uma flanela.

Tirar mancha de caneta da fórmica

Esfregue com álcool ou com uma solução de água com vinagre.
Higienize o piso de madeira com uma solução de vinagre branco e água quente. Crédito: Shutterstock Higienize o piso de madeira com uma solução de vinagre branco e água quente. Crédito: Shutterstock

Piso de madeira

Prepare uma solução de ¼ copo de vinagre branco e 4 copos água quente. Borrife em um pano de algodão até que fique levemente úmido e, em seguida, esfregue o piso.

Desentupir pia

Despeje ½ copo de bicarbonato de sódio no ralo e, em seguida, dois copos de água fervente. Se não funcionar, despeje ½ copo de bicarbonato de sódio seguido de ½ copo de vinagre. Cubra bem o ralo e deixe agir. Em seguida, despeje um litro de água fervente.

Limpar a pia do banheiro

Despeje vinagre, deixe agir durante a noite e lave no dia seguinte.

Desinfetar privada

Aplique uma mistura de bicarbonato de sódio com vinagre.

LIMPEZA DE CASA - 5 dicas para diminuir a poeira em casa


5 dicas para diminuir a poeira em casa

Veja como se livrar da poeira e fazer a limpeza durar mais tempo
Por Redação
(foto/Thinkstock)
(foto/Thinkstock)
É só passar alguns dias sem fazer aquela limpeza na casa para começar a ver flocos de poeira se acumulando no chão e flutuando no ar. A boa notícia é que com algumas mudanças em casa podem te ajudar a diminuir a quantidade de pó na casa e facilitar sua vida na hora de limpar. Veja como fazer.

Mantenha o guarda-roupa limpo e arrumado

Quando você abre as portas do guarda-roupas, pequenas partículas das fibras das roupas se soltam dos tecidos em função da leve mudança de pressão. Esse fiapos acabam virando poeira e se acumulam no chão. Se o guarda-roupa está sujo ou bagunçado, esse problema tende a se intensificar. Por isso, mantenha as roupas organizadas e guarde em sacolas ou caixas tampadas aquelas que você não usa com tanta frequência.

Limpe os ventiladores e aparelhos de ar-condicionado

Esse itens espalham poeira se estiverem sujos, além de movimentarem aquelas que já estão no chão. Para evitar o problema, que pode causar alergias e outros problemas respiratórios, limpe-os regularmente.

Troque a roupa de cama toda semana

Os lençóis, cobertores e travesseiros acumulam poeira rapidamente. Isso porque toda você que você deita e sai, a movimentação acaba levantando a poeira que está no chão. Por isso, procure lavar a roupa de cama semanalmente, assim você evita o acúmulos de partículas que podem prejudicar sua saúde.

Bata tapetes e almofadas

As almofadas e tapetes, que são movimentados o tempo todo, também acumulam poeira rapidamente. Para evitar que essa sujeira tome conta do ambiente, bata esses itens fora da casa uma vez ao mês para retirar o máximo possível de poeira.

Faça limpeza com panos úmidos

Espanadores e flanelas secas tendem a espalhar pelo ar a sujeira que estava acumulada na superfície dos móveis – o que não resolve totalmente o problema de limpeza. Para se livrar da poeira, limpe a mobília com panos úmidos, assim as partículas ficam grudadas neles e, depois, é só lavá-los.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Dez pequenas mudanças que podem aliviar sua rotina em 2015

Dar uma pausa e se desligar das obrigações vai tornar seu 2015 mais tranquilo
Dar uma pausa e se desligar das obrigações vai tornar seu 2015 mais tranquilo
Você faz parte da turma que nem sentiu 2014 passar --ou melhor, sentiu passar, sim, só que atropelando tudo pela frente? Evite que o próximo ano seja confuso, atribulado ou desorganizado fazendo algumas modificações simples, mas relevantes, no seu dia a dia.
Veja a seguir, dez atitudes que podem te ajudar a ter uma rotina mais leve e feliz:
1. Ingira doses homeopáticas de diversão

Muita gente parece viver condicionando sua felicidade à diversão futura  --que, vale frisar, pode ou não acontecer. Exemplos? A balada imperdível na última sexta do mês, o feriado prolongado na praia, o cruzeiro nas férias, a festa de casamento da melhor amiga. "É preciso encontrar prazer e se divertir sempre, em momentos que não precisam ser necessariamente grandiosos para causar satisfação e alegria", observa a psicóloga Karina Rodrigues, mestre em Educação pela Universidad de Jaén, na Espanha, e coordenadora geral do site saber.tv. E mais: o tempo para essa diversão deve ser tratado como prioridade na agenda, assim como os compromissos profissionais, pagamentos de contas e consultas médicas. É como bem reflete Mafalda, a garotinha inconformista criada pelo cartunista Quino: "O urgente nunca deixa tempo para o mais importante." Está na hora de mudar isso.
2. Detalhe as metas

Parar de fumar, emagrecer, praticar exercícios, fazer uma pós-graduação, aprender um idioma, trocar de emprego... Fim de ano representou o encerramento de uma fase, por isso não há época mais propícia para fazer uma listinha de resoluções para o próximo ciclo. Um grande erro, porém, é se concentrar somente nos objetivos, em vez de dedicar tempo e energia pensando na maneira de realizá-los. É por isso que muitas resoluções não saem do papel. De acordo com Maíra Larangeira, especialista em programação neurolinguística do INAp (Instituto de Neurolinguística Aplicada), as metas precisam estar formuladas de forma positiva, com descrição clara sobre o que se quer alcançar e com prazo certo para cada etapa. "O estado atual e o desejado devem ficar por escrito, assim como informações para a pessoa perceber concretamente que está se aproximando da meta. E deve ainda responder uma questão importante: como se sente quando pensa que conquistou a sonhada realização?", fala Maíra, que recomenda ainda deixar as metas em um local onde poderão ser vistas todos os dias.

Getty Images

Você está pronto para mudar em 2015?

Ter disposição para mudar é o primeiro passo para concretizar seus sonhos em 2015. Faça o teste elaborado com a consultoria da terapeuta comportamental Denise Pará Diniz, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).
3. Liste três coisas boas do dia

"Mesmo um dia escabroso pode ter algo de belo. Pode ser uma frase engraçadinha de um filho, a gentileza de um estranho, a leitura de um bom livro, uma xícara de café quentinho... Identificar as delícias da rotina, mesmo coisas prosaicas, ajuda o organismo a liberar endorfinas, substâncias produzidas naturalmente pelo cérebro que proporcionam a sensação de bem-estar", comenta a psicóloga Denise Pará Diniz, coordenadora do Setor de Gerenciamento de Estresse e Qualidade de Vida da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). Ela aconselha listar --se for por escrito num caderno ou agenda, melhor ainda-- pelo menos três coisas boas por dia.
4. Faça atividades com crianças

Na opinião da psicóloga Karina Rodrigues, mestre em Educação pela Universidad de Jaén, na Espanha, essa é uma excelente maneira não só de se forçar a viver os acontecimentos no momento presente como também de relaxar, descansar a mente, desacelerar. "Pode ser assistir um desenho animado, colorir desenhos, brincar com tintas, se divertir com um jogo de tabuleiro... O importante é se entregar à diversão", conta.
5. Coma em paz

Conforme estudos recentes de cientistas como Jason Barkley, de Ohio (EUA), o uso constante de smartphones na hora das refeições, principalmente para quem faz a maior parte delas fora de casa, compromete a qualidade de vida das pessoas que não abrem mão de ler ou trocar mensagens nem no momento de comer. Segundo as pesquisas, quem tem esse hábito costuma se alimentar mal, pois não presta atenção na quantidade nem na qualidade do que come. "A refeição deve ser uma ocasião de sossego, tranquilidade ou confraternização com família e amigos. Mexer o tempo todo no aparelho entre uma garfada e outra faz desse momento algo automático, apressado e sem prazer. Quem quer ter mais energia em 2015 precisa evitar a todo custo essa atitude", diz a psicóloga Karina Rodrigues, mestre em Educação pela Universidad de Jaén, na Espanha.
6. Arrume tempo para fazer... nada

E, na opinião de Sílvia Maria Gonçalves, psicanalista e psicóloga do Hospital São Luiza Jabaquara, na capital paulista, isso não significa ficar zapeando diante da TV ou fuçando a internet. "É se desligar o máximo que puder do trabalho ou das obrigações, dar uma pausa, limitar os estímulos", comenta a especialista. Alguns exemplos: meditar, rezar, tirar uma soneca, dar um tempo de uns dez minutos para tomar um cafezinho durante o expediente, contemplar uma obra de arte ou uma paisagem, fazer um exercício de respiração... "Tudo isso é revigorante e ajuda a atenuar um cotidiano sobrecarregado", fala Sílvia Maria.
7. Livre-se da obrigação de se informar

Seriados, filmes, músicas, exposições, restaurantes, passeios, campanhas, modismos, desfiles, protestos... O mundo nunca foi tão vibrante e sedutor como na era da internet e das redes sociais. O acesso à informação não deve se transformar na obrigação da informação, segundo Sílvia Maria Gonçalves, psicanalista e psicóloga do Hospital São Luiza Jabaquara, de São Paulo (SP). "Há muita oferta e as pessoas estão extremamente ansiosas, reféns da sensação de que o tempo todo estão perdendo algo. E estão, mesmo, e precisam fazer escolhas. O único modo de driblar essa ansiedade é aprender a escolher, priorizar e se entregar à opção", explica.


8. Gerencie seus pensamentos
Segundo a psicóloga Denise Pará Diniz, coordenadora do Setor de Gerenciamento de Estresse e Qualidade de Vida da Unifesp, todos nós podemos desenvolver essa capacidade --basta treinar. Funciona assim: se um pensamento ruim ou pessimista começar a surgir na sua mente, tente esquadrinhá-lo e identificar o que fez com que ele aparecesse e avaliar se a emoção que ele provoca tem mesmo um motivo racional. "Isso faz com que um pensamento negativo vá perdendo força. Você também pode tentar substituí-lo por algo positivo, uma lembrança ou memória que lhe traga prazer e bem-estar imediatos", sugere a especialista.
9. Fique um pouco offline
"Ter um dia a dia mais produtivo pode ser possível se você simplesmente desabilitar as notificações das redes sociais. Evite que a todo minuto sofra uma interrupção por algum tipo de aviso, tanto no celular quanto no computador, principalmente quando estiver numa fase atarefada ou com dificuldade para se concentrar", declara Christian Barbosa, especialista em gerenciamento do tempo e produtividade pessoal e criador do portal Eprodutivo.com. Pense que a maior parte das mensagens que você costuma receber nem sempre é, de fato, urgente ou fundamental. Muitas vezes elas se tornam apenas facilitadores da procrastinação e da desorganização. Ficar um pouco offline também vai ajudar a diminuir a ansiedade em relação às informações. E mais: se for algo realmente crucial, vão dar um jeito de achar você.
10. Não sobrecarregue as segundas-feiras

"Tome muito cuidado com esse dia. Se você planejar muitas tarefas para ele, correrá o risco de não cumpri-las e, assim, comprometer todo o restante da programação da semana", orienta Christian Barbosa, especialista em gerenciamento do tempo e produtividade pessoal e criador do portal Eprodutivo.com. O organismo ainda está impactado pelo fim de semana e, em geral, o ritmo das pessoas ainda não "engrenou". Tente, em vez de investir em compromissos ou obrigações, fazer alguma coisa que lhe dê prazer, como ler ou ir ao cinema, ou ainda praticar atividade física, que dá energia e melhora o astral.