segunda-feira, 27 de setembro de 2010

primavera

Ela começou no dia 23. O sol corresponde; dias mais compridos, a claridade já chega depois das 5 da manhã.  Mas o frio ainda persiste; as noites são frias, o cobertor é bem vindo.  As orquídeas da exposição na Bunkyo, como sempre, são lindas;  tenhovontade de trazer todas para mim e o faria, não fosse a falta de espaço. Então, trago sempre uma pequena, e vou fazendo uma coleção.  Desta vez comprei uma para Gelde, que deixei no consultório, mas ela está viajando. Verá mais tarde.

Na penultima foto estou na companhia da Érica, seria eriko?, que me avisa sobre datas de exposições. E na última brilha um ipê branco, achado raro na cidade, enfeitando uma rua isolada e quieta.




quarta-feira, 4 de agosto de 2010

vida

Todo dia é dia de desafio.  Sou grata por não ser desafio de saúde; esta, quando ameaçada é a pior batalha e dá muito medo. Mas os outros desafios não são menos doloridos.  Uma ameaça financeira, por exemplo, é ruim. Falseia a segurança, especialmente quando a velhice chegou. Geralmente, porém, é resultado de enganos, desacertos ou mesmo de erros cometidos no passado.  Trazem reflexão e implicam em muito sangue frio e paciência para ser equacionada e resolvida.  A pior conseqüência é que pode afetar a saúde. E tem mais, se não é comigo, é mais difícil pois não sei bem como ajudar ou resolver. 


Perguntas que me faço ao ver alguém enfrentando tais percalços. Pensamentos que me ocorrem, para evitar e para verificar se não incorri no mesmo erro. Até agora parece que não. Mas,por favor, pessoas queridas, tomem muito cuidado.

quinta-feira, 29 de julho de 2010

solidão X integração

Antônimo de solidão, foi o melhor que achei; pelo visto sou mais habituada à primeira do que à segunda. Será que todos são assim?  Palpito que sim. Basta ver uma festa, uma reunião de família.  Muita falação, pouca comunicação.  Às vezes, nenhuma. Como na casa de uma parente onde a matriarca proibe se falar em política. Um assunto que seria bom discutir, proibido. Porque ninguém ouve o outro. Apenas a si mesmo e não quer saber se há discordância.  Solidão.  Depois de uma festa, ninguém se telefona.  Nada.  Solidão.  Reunião de antigas colegas.  Muita falação, jantar, missa.  Missa!!!  Quem dá importância a isso?  Nâo tem consistência, não tem razão de ser nem re-une as pessoas.  Depois da comemoração, silêncio.  Apesar da troca de endereços, telefones, e-mails.  Silêncio.  Solidão.  


A melhor companhia que tenho são de 4 amigas, o resto, silêncio.  Vivo bem comigo mesma. Não temo a solidão. Sou companheira, solidária,gregária.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010


Onibinhos que liga a estação Penha à Greenline na rua Amador Bueno de Aguiar

Sala São Paulo, onde adoramos ir.  E a turma de alguma padaria, desconfio que da rua Abilio Soares, num momento de descanso